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10 de janeiro de 2014

Onça em Campinas



Onça é capturada no Campo Grande em Campinas. É preciso garantir a possibilidade das onças circularem de um fragmento de floresta a outro, sem morrerem nas estradas. Essas onças estão marcadas pra desaparecer na região. É urgente fazer algo.

10 de dezembro de 2013

Onça-pintada pode desaparecer da Mata Atlântica brasileira




Estudos indicam a existência de menos de 250 onças-pintadas adultas na Mata Atlântica. Um grupo de 13 pesquisadores brasileiros publicou, na edição de 22 de novembro da revista científica Science, uma carta que alerta sobre o risco de desaparecimento da onça pintada na floresta, com base em estudos científicos realizados pelos autores. A Mata Atlântica ocupava no passado quase toda a costa brasileira, chegando até a Argentina e o Paraguai. Pedro Manoel Galetti Júnior, professor do Departamento de Genética e Evolução (DGE) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), é um dos autores da publicação.

Os estudos comentados indicam que existem no bioma, atualmente, menos de 250 animais adultos, distribuídos em oito populações isoladas. Com base neste e em outros indicadores, os autores da carta afirmam que a Mata Atlântica poderá ser, em breve, o primeiro bioma tropical a perder o seu maior predador, com efeitos imprevisíveis e, certamente, devastadores. A carta afirma também que a principal causa do declínio da população de onças pintadas na Mata Atlântica é a caça relacionada aos impactos do animal sobre a pecuária, que acontece inclusive no interior de áreas de preservação.

A Science, juntamente com a revista Nature, é considerada o principal periódico científico multidisciplinar da atualidade.

- Com informações da Coordenadoria de Comunicação Social da Universidade Federal de São Carlos. Para mais informações, contatar Mariana Pezzo – mariana@ufscar.br.
Onça-pintada estará extinta em menos de 100 anos no Parque Nacional do Iguaçu

12 de novembro de 2013

Corredor de Bugios

As pontes minimizam os impactos dos acidentes em redes elétricas, atropelamentos, ataques por cães e maus tratos, auxiliando não só bugios, mas outros animais silvestres nas travessias.

Há 20 anos cumprindo importante papel na conservação dos bugios e biodiversidade em Porto Alegre.

OBS: O macaco bugio está em extinção





Pontes de corda na região extremo sul de Porto Alegre, instaladas pelo Programa Macacos Urbanos - UFRGS.


Marcações: Macacos Urbanos

11 de novembro de 2013

30 de setembro de 2013

CORUJA RARA É RESGATADA EM VALINHOS



Uma coruja-preta (Strix huhula huhula - Daudin, 1800) foi resgatada ontem (dia 07/02/2013) pela concessionária Rota das Bandeiras em parceria com a equipe do Corredor das Onças. Por incrível que pareça ela foi encontrada no canteiro central da Rodovia D.Pedro na altura do município de Valinhos/SP.

A coruja-preta é muito pouco conhecida, e no Estado de São Paulo existem pouquíssimos registros atuais dela. Segundo o Prof. Dr. Luís Fábio Silveira, curador das coleções ornitológicas do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, que também é parceiro do Corredor das Onças, essa espécie deve ter o seu status de ameaça revisto ainda este ano.

A coruja foi levada para o Zoo de Paulínia e passa bem, os especialistas serão consultados para avaliar a possibilidade de soltura na natureza.

Fonte: http://www.icmbio.gov.br/

15 de agosto de 2013

Lobo Guará na Serra dos Cocais

Prezados

Hoje, 14/08/13 às 21:45 tive novamente a oportunidade de avistar um lobo guará na estrada do Jequitibá, atravessando a estrada e entrando na Fazenda São João das Pedras, na altura da igrejinha. Era em pouco menor do que o outro que vi há tres anos atrás. É bom saber que eles continuam por aí. É um sinal do quanto a preservação da Serra dos Cocais vale a pena. Fica o registro para os anais da Associação dos Amigos da Serra dos Cocais.

Abraços

Dodo

era um bicho parecido com esse!!!!!

3 de julho de 2013

Corredor das Onças - ICMBio

Indicado por: Bruno Dias
Corredor das Onças tem como objetivo elaborar e executar um plano de conservação e recuperação da biodiversidade e de melhoria da produção de água de qualidade na região de Campinas. A recuperação da biodiversidade se dará principalmente pela reconexão dos principais fragmentos florestais presentes na região utilizando a onça parda (Puma concolor) como espécie bandeira e bioindicadora.

ADESÃO
Qualquer pessoa (física ou jurídica) poderá aderir e ajudar o projeto. Para tanto é necessário fazer contato com a coordenação do Corredor das Onças e fazer a sua proposta de participação. Salientando que o Corredor das Onças só terá sucesso se tiver a adesão de toda a sociedade!

O projeto já conta com a adesão de doze pequenas propriedades rurais localizadas na área do corredor de circulação das onças. Nestas propriedades rurais foi desenvolvido o projeto de adequação ambiental, e pretendemos implantar a restauração das APPs financiadas pela compensação ambiental de empreendimentos implantados na região.
Contato: corredordasoncas@icmbio.gov.br

O CORREDOR

18 de abril de 2013

Projeto quer conectar fragmentos de floresta para proteger animais

Crescimento populacional desordenado vem diminuindo as áreas florestais e desalojando os bichos

Fabiana Marchezi
correiopontocom@rac.com.br

Foto: Rodrigo Zanotto/ AAN
O mascote do projeto, Abayomi ('feliz encontro' em guarani), órfão de onça-parda que morreu após ser resgatada na área rural de Sousas

O crescimento populacional desordenado vem diminuindo as áreas florestais e, consequentemente, aumentando a ocorrência de acidentes e incidentes com animais silvestres na Região Metropolitana de Campinas (RMC).

São cada vez mais comuns notícias sobre onças, capivaras e outras espécies encontradas em situações de risco ou já machucadas na região, uma das mais industrializadas e urbanizadas do Interior de São Paulo.


Por isso, desde 2009, o Instituto Chico Mendes, autarquia do Ministério do Meio Ambiente, vem desenvolvendo o projeto Corredor das Onças na região. O objetivo do estudo, que está entrando em sua segunda fase, é reconectar os fragmentos de floresta, conservar a biodiversidade e melhorar a qualidade e a quantidade de água na região de Campinas, contando principalmente com a ajuda de proprietários rurais e empresas comprometidas com o plantio compensatório.

De acordo com a analista ambiental e coordenadora do projeto, Márcia Gonçalves Rodrigues, na estrutura de incentivos que deverá ser criada para que a recuperação e a adequação ambiental das propriedades rurais ocorram, o projeto prevê a implantação do pagamento por serviços ambientais (PSA) a produtores rurais que se comprometam a implantar uma agricultura mais sustentável (agroecologia), a recuperar e proteger a fauna e as florestas nas nascentes e margens dos rios, beneficiando tanto a sua propriedade rural quanto as cidades e indústrias da região com o aumento da infiltração/produção de água e a melhoria da qualidade das águas captadas para o abastecimento urbano.

A produção de água de qualidade, por sua vez, resultará do próprio aumento da área florestada, bem como, do manejo adequado do solo com um uso agrícola mais sustentável. Segundo Márcia, a ideia é que, em no máximo dez anos, boa parte das florestas estejam reconectadas.

A volta

Mesmo ainda engatinhando, o projeto já vem dando frutos. Na segunda-feira (15), a reportagem do Correio pôde comprovar isso no Zoológico de Paulínia, que abriga três filhotes de onças-pardas que foram resgatados recentemente de situações de risco. A ideia agora é treiná-los para que eles possam voltar a viver na natureza.

O mascote do projeto, Abayomi — palavra guarani que significa “feliz encontro” — foi encontrado cerca de 20 dias depois que sua mãe morreu de mal súbito após se sentir coagida pelo homem enquanto atacava um galinheiro no distrito de Sousas.

Os outros dois filhotes — Raquel e Pitã, que significa “pé duro”, também em guarani — foram resgatados depois que a mãe deles morreu atingida por uma máquina agrícola dentro de um canavial. Pitã também foi atingido e teve várias fraturas na pata, mas já está totalmente recuperado.

“Os três devem estar preparados para voltar a viver na floresta no primeiro semestre de 2014”, disse a coordenadora. Outras quatro onças foram resgatadas e já foram devolvidas à natureza.

“Eles estão muito bem, aprendendo a sobreviver sozinhos. Aqui, eles são tratados, treinados e ficam isolados, com o mínimo possível de contato com o homem para que não caiam em armadilhas quando voltarem para a natureza”, disse o médico-veterinário do zoo de Paulínia, Marcelo de Queiroz Telles.

Multifocal

Cerca de 80 pessoas — entre autoridades da região, representantes de empresa, proprietários rurais e formadores de opinião — estiveram ontem no evento 'A Propriedade Rural e o Corredor das Onças: Como Podemos Ajudar', realizado na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas.

Entre os presentes, estavam políticos de Campinas, Cosmópolis, Artur Nogueira, Holambra e Limeira, além de organizações não governamentais, associações de proprietários rurais e representantes de empresas parceiras.

O vice-prefeito de Campinas, Henrique Magalhães Teixeira (PSDB), presente no evento, afirmou que o projeto tem todo o apoio do governo municipal. “Estamos de portas abertas para o que for preciso”, disse.

Para o secretário municipal do Verde e do Desenvolvimento Sustentável, Rogério Menezes, o maior desafio é a mobilização da população em torno da conservação das matas ciliares e da recuperação dos locais já degradados.

“Sabemos que é tudo a longo prazo, até porque nossa proposta (de reabilitação para devolver o animal à natureza) é inédita. A ideia do evento foi abrir um diálogo com esse pessoal para que algo comece a ser feito logo”, ressaltou Márcia Gonçalves Rodrigues, coordenadora do projeto.

Produtores serão pagos para conservar

O projeto Corredor das Onças é uma iniciativa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em parceria com o Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que responde pela organização de um modelo de pagamento por serviços ambientais (PSA) pela conservação da água e da biodiversidade na região de Campinas.

Nesta primeira etapa, o Corredor das Onças teve apoio financeiro do projeto Proteção da Mata Atlântica 2, do governo brasileiro, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, dentro de um programa de cooperação técnica e financeira entre Brasil e Alemanha, no âmbito da Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima (IKI). Prevê apoio técnico através da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, e apoio financeiro através do KfW Entwicklungsbank (o Banco Alemão de Desenvolvimento), por intermédio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio).

O projeto está sediado em Campinas, porém, a fauna, assim como as nascentes dos principais cursos d’água da região, não conhecem fronteiras políticas.

Assim, o caminho das onças tem levado a iniciativa muito além dos limites da RMC, que possui área total de 3.647 quilômetros quadrados.

No entanto, os fragmentos florestais da Região Metropolitana de Campinas representam pouco menos que 10% de sua área total: cerca de 34 mil hectares distribuídos entre os seus 19 municípios.

A onça-parda (Puma concolor), também conhecida como suçuarana, é usada como espécie bandeira do corredor ecológico a ser implantado, pois sua presença, comprovada nos primeiros trabalhos de campo, indica um processo de adaptação a uma situação ambiental pouco favorável, marcada pela existência de um mosaico de pequenos fragmentos florestais isolados.

A importância da onça-parda está na sua capacidade de controlar espécies que estão abaixo dela na cadeia alimentar. Com isso, ela garante que não haja uma explosão populacional de outras espécies que estejam sendo favorecidas pelo ambiente alterado pelo homem.

4 de fevereiro de 2013

Onça em Valinhos


Moradores do Jardim América II em Valinhos deixaram de sair à noite de suas casas por conta de uma onça que tem circulado pelas ruas do bairro à procura de alimento. A dona de casa Eliana Rodrigues, 47 anos, residente à Rua MarinoAntonioFartarotti Polidoro, onde a onça foi vista por ela e demais moradores, conta que a espécie deve ser suçuarana, conhecida popularmente como onça parda.




5 de setembro de 2012

Onça Parda e Lobo Guará, animais em extinção na Serra dos Cocais


Venho cuidando e reflorestando essa região que esta sob minha responsabilidade já algum tempo (então também sou um amigo da serra dos Cocais) e os resultados são muito bons, tanto para fauna como para a flora! Vocês podem não acreditar mas a cerca de 4 anos uma onça Sussuarana foi atropelada na Estrada itatiba valinhos em frente a minha casa, chamamos o IBAMA de Atibai,SP. que levou o macho de aproximadamente 2 anos e 50 Kg para o Zoo-Parque de itatiba mas infelizmente ele não sobreviveu... Porem sabemos que há mais animais por aqui... recentemente foram avistados uma Fêmea da mesma especie com o que parecia ser um filhote... Também cerca de 3 anos e meio atras um Lobo Guará que foi capturado pela Guarda Florestal de Itatiba, já nas proximidades da Universidade de Itatiba, foi solto aqui em casa... Ele ainda é visto 
rondando os pastos por aqui (graças a Deus) aqui ele esta protegido!!! POREM estamos no Brasil e eu principalmente estou em ITATIBA, SP. que é a cidade que vem destruindo e desrespeitando leis ambientais com a maior frequência!que as demais da região... E Apesar da Serra dos Cocais ter sido, ao que parece "Tombada", infelizmente o metro quadrado de terra na região tem valor comercial... E isso vem chamando a atenção de Construtoras e Imobiliárias que FARÃO de TUDO para burlar ou dar o famoso jeitinho Brasileiro! Devemos ficar ALERTA, pois só o fato da região ter sido tombada NÃO Basta para garantir a sua proteção! Que DEUS nos proteja! Abraços e Parabéns... vou tentar postar fotos do dia da soltura do Lobo Guara e da tentativa de salvamento da Onça Sussuarana... 


LIBERDADE! Esse Lobo Guará (macho) ainda esta por aqui "Graças a Deus" Fim de semana passado foi visto por um amigo em uma propriedade aqui perto... Pelo jeito se adaptou!


Transportando o Guará para uma area mais aberta e aproriada na Serra do Cocais, Itatiba, SP.







Onça Sussuarana (Macho) de aprox. 2 anos e 50 Kg... Mais um morador da Serra dos Cocais... esse infelizmente não sobrevivu ao atropelamento na Estrada Itatiba - Valinhos (estrada do Jequitibá) apesar dos esforços da equipe do IBAMA de Atibaia... Mas fopi visto recentemente uma fêmea com o que parece ser um filhote.. rondando por aqui... Fiz questão de colocar essas fotos só para Esboçar o VERDADEIRO POTENCIAL ECOLÓGICO DA SERRA DOS COCAIS! Vamos prestar ATENÇÃO á cobiça IMOBILIÁRIA!!! É um perigo! em potencial1

Mais uma foto da Sussuarana!

5 de julho de 2011

Onça atropelada na estrada Vinhedo / Itatiba

Por Julio Delbone (Juca)

Moro em Valinhos, hoje minha mãe me contou um fato interessante. Minha mãe trabalha na Rigesa em Valinhos e disse que um funcionário eletricista de lá chamado Laércio (apelido Trovão) disse ter atropelado por acidente uma onça na estrada Vinhedo-Itatiba. O acidente deve ter ocorrido na semana do feriado de corpos christis e ele disse que não houve tempo d evitar a colisão que veio a danificar em muito seu carro, mas o animal saiu correndo para o mato e o animal tinha tamanho grande. Talvez essa informação interesse a alguém ou algum biologo que estuda a fragmentada fauna da nossa região. grato, Julio.

21 de abril de 2011

SOS Rios do Brasil

Obrigado Clarice Villac e o Blog  SOS Rios do Brasil pela divulgação da matéria: 


SOS MANANCIAIS DA SERRA DOS COCAIS - UMA COMUNIDADE EM DEFESA DE SUAS ÁGUAS.


Leia aqui.

7 de outubro de 2010

Lobo-guará

Na noite de ontem 06/10, por volta das 22:30, foi visto um lobo-guará na estrada do Jequitibá, um pouco depois da fazenda Eldorado.

Como sabemos este animal esta em extinção. Segundo relato do morador da região, o animal aparentava boa saúde. 




25 de agosto de 2010

Macaco Sauá - Espécie ameaçada é descoberta na floresta amazônica




Site Veja - 16/08/2010 -
Foi anunciada nesta-quinta [passada] a descoberta de uma nova espécie de macaco sauá (oumacaco titi, em inglês), batizado de Callicebus caquetensis. O primata foi visto pela primeira vez em 2008 por uma equipe do departamento de biologia da Universidade Nacional da Colômbia, em Bogotá.

Os primeiros macacos foram achados em cativeiro, criados como animais de estimação por moradores da região de Caquetá, perto da fronteira com Peru e Equador. A espécie já surge extremamente ameaçada. Os pesquisadores estimam que existam apenas 250 indivíduos, que vivem em uma área menor que 100 km2. 

A região onde foi feita a descoberta era foco da ação de guerrilhas até bem pouco tempo, o que dificultou a pesquisa. Hoje, a sobrevivência dos animais está ameaçada pela perda de seu habitatpara a agricultura. Os responsáveis pela descoberta recomendaram a criação de reservas especiais para os macacos. 

Callicebus caquetensis tem o mesmo tamanho que um gato doméstico. Outras espécies de macacos sauá vivem na Amazônia brasileira e na Mata Atlântica. 

8 de junho de 2010

Onça em Jundiaí


Onça invade sítio, sobe em árvore e se esconde em casa de cachorro. Leia matéria completa no aqui.


OBS: Estas onças estão em extinção (leia aqui). Temos algumas destas espécies aqui na Serra dos Cocais e uma das principais ameaças é o desmatamento. 


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9 de março de 2010

A fauna pede socorro – Degradação de habitats na Serra dos Cocais.


Uma das razões para a preservação da Serra dos Cocais é a diversidade de animais encontrada nessa região. A existência de fragmentos de vegetação nativa, formações rochosas, brotas d´água, córregos e lagos, assim como a distância de centros urbanos, forma um importante ecossistema para abrigar a fauna, inclusive espécies com algum risco de ameaça de extinção ou vulnerabilidade, como a Onça-parda ou Suçuarana (Puma concolor capricornensis), a Jaguatirica (Leopardus pardalis mitis) e o Veado-campeiro (Ozotoceros bezoarticus).
 
Em meio à eminente conurbação, sobrevivem animais que dependem do equilíbrio desse ecossistema e de  seus recursos naturais, porém a ação antrópica tem modificado a paisagem natural da região, reduzindo a  disponibilidade de alimento e alterando o habitat, o que dificulta a perpetuação de espécies. Além de anfíbios, crustáceos e felinos, na Serra dos Cocais ainda é possível observar primatas como o macaco Sauá (Callicebus nigrifrons) e o Sagui-de-tufo preto (Callithrix penicillata), uma grande diversidade de pássaros e aves como o Tucano-toco (Ramphastos toco), a Garça-brancagrande (Ardea Alba), o biguá (Phalacrocorax brasilianus), o gavião carijó (Rupornis magnirostris), caracará (Caracara plancus), alma-de-gato (Piaya cayana), a coruja-buraqueira (Athenecunicularia), siriema (Cariama cristata), Jacupemba (Penelope superciliaris), entre muitas espécies. Também podem ser visualizados répteis como o lagarto Teiú (Tupinambis merianae) e a cascavel (Crotalus durissus), assim como roedores como esquilo (Sciurus ingrami), capivara (Hydrochaeris hydrochaeris), preá (Cavia aperea) e ratão-do-banhado (Myocastor coypus).

Vale ressaltar, que a crescente especulação imobiliária direcionada à região da Serra dos Cocais e a falta de investimentos em atividades sustentáveis são atualmente fatores preocupantes para a manutenção do equilíbrio ambiental. Além disso, o déficit em programas e ações para recuperação das áreas degradadas compromete ainda mais os já fragmentados e fragilizados habitats, prejudicando a fauna local.

Rafael S. C. Lorenzino
Biólogo – CRBio 061192/01-D